Outubro Rosa

01-Outubro-RosaFoi só Outubro chegar que as cidades começaram a iluminar seus monumentos de rosa e o comércio e empresas adotaram essa como cor oficial. Nas redes sociais também não é diferente. Empresas, órgãos públicos, instituições e personalidades mudam a cor de seu perfil para chamar a atenção para um tema em especial. O alerta em questão é direcionado às mulheres e faz referência à importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama.

O movimento surgiu em 1990, assim como seu símbolo, o laço cor-de-rosa, uma criação da iniciativa da Fundação Susan G. Komen que realizou a Corrida pela Cura, em Nova York. Desde então, se espalhou pelo mundo e se tornou uma campanha promovida anualmente em vários países.

O câncer de mama é a primeira causa de morte por câncer em mulheres e a quinta causa de morte por câncer em dados gerais, segundo a Organização Mundial da Saúde. O que chama a atenção e o principal motivo deste grande alerta é que, quando é descoberto no início, tem cura.

O autoexame é uma maneira de ajudar a descobrir a doença, no entanto, não devemos confiar apenas nele. Confira abaixo o passo a passo para realizar o autoexame:

autoexame

Como detectar precocemente?

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), as formas mais eficazes para detecção precoce do câncer de mama são o exame clínico da mama e a mamografia. É recomendado que as mulheres realizem exames periodicamente, mesmo que não tenham alterações.

O exame clínico das mamas é o procedimento onde o médico ou enfermeiro observa e apalpa as mamas da paciente na busca de nódulos ou outras alterações e deve ser realizado conforme as recomendações técnicas do Consenso para o Controle do Câncer de Mama.

A mamografia é a radiografia da mama que é capaz de mostrar lesões em fase inicial e até muito pequenas (milímetros) e assim, permite a detecção precoce do câncer de mama. O exame é realizado em um aparelho de raio X apropriado, o mamógrafo.

A maior incidência da doença é em mulheres acima dos 35 anos de idade, mas não é descartada a possibilidade de se manifestar em outras faixas etárias. O ideal é que as mulheres mantenham uma periodicidade de consultas com um ginecologista.

 

Fonte: http://goo.gl/KdnvcS